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Modelo de segurança SASE ganha espaço no Brasil

A transformação digital e a expansão de ambientes em nuvem têm levado empresas a revisar modelos de segurança baseados em perímetro. Nesse contexto...

Por: Redação Fonte: Agência Dino
07/04/2026 às 14h45
Modelo de segurança SASE ganha espaço no Brasil
Criado por IA - ChatGPT

A transformação digital e a migração acelerada para ambientes em nuvem têm impulsionado mudanças nas estratégias de segurança corporativa. De acordo com o relatório "Cost of a Data Breach 2025", da IBM Security, o custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,88 milhões, indicando crescimento contínuo frente aos anos anteriores e refletindo a complexidade dos ambientes distribuídos.

Já o relatório "Global Cybersecurity Outlook 2025", do World Economic Forum, aponta que  cyberataques estão entre os principais riscos globais, com aumento significativo da superfície de ataque devido à expansão de cloud, mobilidade e digitalização dos processos empresariais. Nesse contexto, o modelo Secure Access Service Edge (SASE) passa a ganhar relevância como alternativa para unificar rede e segurança.

Dados apresentados no webinário realizado no YouTube pela Strong Security Brasil indicam que 73% das empresas registraram ao menos um incidente de segurança nos últimos 12 meses, ao mesmo tempo em que a multiplicação de ferramentas isoladas contribui para aumento da complexidade operacional. Segundo os especialistas, esse cenário cria lacunas de visibilidade e amplia a superfície de ataque, especialmente com usuários, aplicações e dados distribuídos fora do ambiente tradicional.

Neste webinário foi discutido o conceito de SASE, que surge como resposta a esse modelo fragmentado. A proposta consiste na convergência de recursos de rede e segurança em uma única plataforma baseada em nuvem, permitindo visibilidade unificada, aplicação consistente de políticas e integração nativa entre diferentes camadas de proteção. Entre os benefícios apontados estão a redução do tempo de resposta a incidentes, maior controle do tráfego e simplificação da gestão operacional.

No Brasil, a Strong Security Brasil atua como fornecedora da solução da Cato Networks, que oferece uma plataforma convergente de SASE e SD-WAN. A iniciativa acompanha a tendência global de substituição de modelos tradicionais, como MPLS e VPNs isoladas, por arquiteturas mais integradas e adaptadas ao ambiente distribuído.

De acordo com Dario Caraponale, CEO da Strong Security Brasil, a adoção de SASE está relacionada não apenas à segurança, mas também à eficiência operacional. "A consolidação de ferramentas reduz custos, melhora a visibilidade e permite decisões baseadas em dados correlacionados em tempo real", afirma. Estudos de mercado, como os conduzidos pela IDC, indicam que a consolidação de rede e segurança em arquiteturas integradas pode gerar redução de até cerca de 30% no custo total de propriedade (TCO). Esses ganhos estão associados à diminuição da complexidade operacional, que pode reduzir em mais de 40% o tempo dedicado à gestão de infraestrutura, além da eliminação de ferramentas redundantes e da otimização de recursos em ambientes distribuídos.

A abordagem também incorpora princípios de Zero Trust, nos quais cada acesso é continuamente verificado com base em identidade, dispositivo e contexto. Essa lógica busca eliminar a confiança implícita típica das redes tradicionais, alinhando-se às demandas de ambientes distribuídos e dinâmicos.

As tendências e aplicações práticas do SASE foram discutidas em apresentação recente disponível no YouTube, onde são detalhados os desafios das arquiteturas legadas e os caminhos para a transição para modelos unificados.

A expectativa do mercado é de crescimento contínuo da adoção do SASE, impulsionado pela necessidade de maior controle, visibilidade e integração em ambientes digitais cada vez mais complexos.

Para saber mais, basta acessar: www.strongsecurity.com.br.

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