
Dados do IBGE confirmam que há menos homens do que mulheres no Brasil, evidenciando um desequilíbrio demográfico que vem sendo observado ao longo dos anos.
Segundo os levantamentos, o país possui cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. A diferença representa milhões de pessoas na composição da população brasileira.
Embora nasçam mais meninos do que meninas, essa proporção muda com o tempo. A partir da fase adulta, o número de mulheres passa a ser maior, principalmente devido à maior mortalidade masculina.
Entre os principais fatores estão as chamadas causas externas, como violência e acidentes. Esses eventos atingem principalmente homens jovens e reduzem a população masculina ao longo dos anos.
Outro ponto relevante é o comportamento em relação à saúde. Homens costumam procurar menos atendimento médico e realizar menos exames preventivos. Esse fator contribui para diagnósticos tardios e menor expectativa de vida.
As mulheres, por outro lado, apresentam maior longevidade. A expectativa de vida feminina é superior, o que aumenta sua presença nas faixas etárias mais avançadas.
O envelhecimento da população também influencia esse cenário. Com o passar dos anos, a diferença entre homens e mulheres tende a se tornar ainda mais evidente.
No geral, o fenômeno é resultado de fatores sociais, comportamentais e biológicos. A tendência é que esse quadro continue nos próximos anos, acompanhando as mudanças demográficas do país.